como eu queria que esses amorzinhos cotidianos fossem passageiros – como tudo na vida.
custo aceitar – digo não’s diversas vezes – mas eles estão lá, me procurando como se quisessem dizer: “ei, tá na hora de nos dar outra chance”.
nego tudo, mas assumo que essa sensação de borboletas no estômago é uma das melhores, mesmo que passageira.

que péssima mania de querer sempre fugir.



One Response to “a arte de fugir”  


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